Miguel Alçada: “Face às nefastas consequências da notícia da TVI, havia que agir judicialmente”

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Económico

O presidente do Banif, banco “mau”, diz que vai avançar com a acção judicial contra a TVI o mais depressa possível.

O presidente do Banif confirmou, em declarações ao Económico, que vai avançar o mais depressa possível com a acção contra a TVI. O Económico avançou com a notícia que o banco liderado por Miguel Alçada contratou o jurista José Lobo Moutinho para preparar a acção judicial crime contra a TVI.

“A interposição desta acção judicial crime contra a TVI é crucial para a defesa dos interesses de todos aqueles que sofreram danos materiais com a Resolução”, refere o presidente do Banif, agora banco mau.

Face às consequências nefastas que a notícia da TVI teve no futuro do Banif, o que parece ser unânime nas pessoas ouvidas na Comissão de Inquérito ao Banif, pareceu ao Conselho de Administração, em nome da verdade e da defesa de todos os lesados do Banif que havia que agir judicialmente”.

O Conselho de Administração do Banif, sempre reiterou (desde que a notícia saiu) que “tudo faria para fazer valer na justiça os danos irreparáveis causados ao Banif, pela forma irresponsável e deontologicamente reprovável como, sem qualquer preocupação pelo apuramento da verdade, publicaram afirmações erradas com graves consequências para a actividade do banco”.

Em causa está uma notícia da TVI, no dia 13 de Dezembro à noite, que anunciava que estava “tudo preparado para o fecho do banco” e que “os depositantes vão perder dinheiro acima dos 100 mil euros”. Depois esta notícia foi sendo alterada, entre as 22:18 e as 22:48,no sentido de diluição de alarmismo.

O Económico contactou Sérgio Figueiredo, director de informação da TVI, que não quis fazer comentários. O director da TVI não deverá falar antes de ser ouvido pela Comissão Parlamentar de Inquérito ao Banif.