Ex-diretor usou repatriação para lavar dinheiro desviado da Petrobras

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SÃO PAULO  –  A benesse da regularização cambial de ativos ocultos mantidos no exterior, instituída pela Lei da Repatriação (13.254/2016), permitiu ao ex-gerente da Petrobras Márcio de Almeida Ferreira, preso nesta quinta-feira por corrupção, buscar a repatriação de R$ 48 milhões desviados da Petrobras e mantidos nas Bahamas, sob alegação de que o de que o dinheiro era proveniente da venda de um imóvel. Ele e outros três ex-gerentes da Petrobras foram presos durante a deflagração da 40ª fase da Lava-Jato, a “Asfixia”. Segundo despacho do juiz federal Sergio Moro, Marcio de Almeida Ferreira recolheu “o montante de R$ 14.376.643,32 em tributos e multa e apresentou [à Receita Federal], em 05/1