Archive for the ‘Açores’ Category

MRA sessão de esclarecimento nos Açores lesados do Banif

Terça-feira, Maio 24th, 2016

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Açoreano Oriental 24 de Maio de 2016

MRA sessão de esclarecimento nos Açores lesados do Banif

Terça-feira, Maio 24th, 2016

Citamos

Açoreano Oriental 24 de Maio de 2016

 

MRA Banif em sessão de esclarecimento para os Lesados do Banif

Segunda-feira, Maio 23rd, 2016

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RTP

Reunião nos Açores.

Reportagem ao minuto 3:50 – 5:55

 

Lesados admitem ir a tribunal para salvarem o seu dinheiro

Quarta-feira, Março 9th, 2016

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Lesados do Banif aconselhados a avançar para a Justiça em vez de ficarem “quietos e calados”

Quarta-feira, Março 9th, 2016

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Lesados do Banif apelam à mobilização e agendam nova manifestação no Funchal

Quarta-feira, Março 2nd, 2016

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Sic

O presidente da Associação de Lesados (ALBOA) do Banif apelou hoje, no Funchal, à mobilização de todos os que foram prejudicados com a venda do banco ao Santander e anunciou a realização de uma manifestação na sexta-feira.

“A associação vai representar três frentes de lesados: os que subscreveram ações Banif, os que subscreveram obrigações subordinadas e os que subscrevem obrigações rentipar”, disse Jaime Alves à agência Lusa, no final da reunião de apresentação da ALBOA, em que participaram cerca de 70 ex-clientes do banco.

O responsável informou que a associação vai recorrer a uma sociedade de advogados para defender a causa dos lesados e vincou que a voz destes far-se-á ouvir em manifestações de rua, estando já agendado um protesto para sexta-feira junto à sede do Santander Totta, no Funchal.

A 15 de fevereiro, cerca de duas centenas de lesados manifestaram-se pela primeira vez no Funchal.

Dois meses antes, a 20 de dezembro de 2015, o Governo e o Banco de Portugal decidiram a venda da atividade do Banif e da maior parte dos seus ativos e passivos ao Banco Santander Totta por 150 milhões de euros.

“Nós, lesados do Banif, não estamos a mendigar rigorosamente nada. Estamos aqui para lutar pelos nossos direitos e reivindicar aquilo que já era nosso e que nos foi subtraído, para não recorrer a um termo menos elegante”, disse Jaime Alves.

O presidente da ALBOA explicou que, sem incluir os acionistas, em causa estão cerca de 260 milhões de euros de obrigacionistas subordinados e 60 milhões de euros de obrigacionistas rentipar, envolvendo 5.000 ex-clientes, sobretudo na Madeira e Açores, mas também no continente e na diáspora.

Jaime Alves criticou ainda a postura do Estado, na medida em que, depois de ter intervencionado o banco, permitiu que os gestores de conta contactassem os clientes, fazendo-os subscrever aplicações que os prejudicaram.

“Isto aconteceu a 90% das pessoas que subscreveram esses produtos (ações, obrigações subordinadas e obrigações rentipar)”, afirmou, concluindo: “não podemos estar agradados com a postura do Estado, a menos que o Estado venha reconhecer e dar-nos razão e ressarcir-nos daquilo que perdemos e que nos pertencia”.

Lesados do Banif nos Açores juntam-se a associação nacional para defender interesses

Domingo, Fevereiro 21st, 2016

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Açoreano Oriental

Clientes do antigo Banif nos Açores decidiram hoje integrar a associação nacional que vai defender os interesses dos lesados daquele banco.

“O que decidimos foi não fazer uma associação só nos Açores, mas fazer uma delegação para ser integrada na associação nacional”, afirmou aos jornalistas o porta-voz da reunião, que juntou cerca de 60 lesados do ex-Banif em Vila Franca do Campo, na ilha de São Miguel.

Carlos Presunça adiantou que a associação deverá ter sede no Funchal, Madeira, a sede do Banif, e uma das primeiras ações a programar é uma “grande manifestação” junto à Assembleia da República, em Lisboa.

“Para que toda a gente veja que nós, Banif, acionistas, obrigacionistas, somos lesados e fomos lesados de uma maneira que não há explicação para aquilo que aconteceu”, considerou, garantindo que os lesados irão lutar por tudo a que têm direito.

Confrontado com as declarações do presidente do banco Santander Totta que esta semana disse que está a ser estudada a situação dos clientes do ex-Banif que subscreveram obrigações subordinadas, que totalizam 3.500 em todo o país com valores de 263 milhões de euros, Carlos Presunça expressou o desejo que “as palavras do sr. presidente sejam realmente o sentimento que corra por parte de toda a instituição financeira Santander”.

“Não nos fecha a porta, diz que está a estudar, quando se está a estudar é porque já há qualquer coisa na manga”, adiantou Carlos Presunça, um dos delegados da associação nos Açores.

Na quarta-feira, após uma audiência com o presidente do Governo Regional dos Açores, Vasco Cordeiro, em Ponta Delgada, o presidente do Santander Totta, António Vieira Monteiro, disse que o banco não tem nenhuma obrigação relativamente às obrigações subordinadas.

“O banco é responsável, sim, pelos depósitos, pelas obrigações seniores e pelas obrigações hipotecárias”, mas “não quer dizer, tendo em atenção esta realidade, que para defesa da sua franquia comercial, o banco não esteja a estudar e a ver alguma coisa sobre essa matéria”, declarou António Vieira Monteiro, alertando, contudo, que “os problemas que possam vir a ser resolvidos e a maneira como vão ser resolvidos não quer dizer que seja alguma vez de cem por cento”.

A este propósito, Carlos Presunça sustentou que esta “é uma questão que se terá que falar quando as negociações começarem a ser feitas, se houver negociações feitas diretamente com a associação de lesados” que vai representar todos os lesados, independentemente dos produtos subscritos.

A 20 de dezembro, o Governo e o Banco de Portugal anunciaram a resolução do Banif, com a venda de parte da atividade bancária ao Santander Totta, por 150 milhões de euros, e a transferência de outros ativos – incluindo ‘tóxicos’ – para a nova sociedade veículo Oitante.

A resolução foi acompanhada de um apoio público de 2.255 milhões de euros, a que se somam duas garantias bancárias do Estado no total de 746 milhões de euros.

O Banif (em processo de reestruturação desde 2012) era o sétimo maior grupo bancário português e líder de mercado nos Açores e na Madeira.

Santander Totta estuda situação para lesados do Banif com obrigações subordinadas

Quarta-feira, Fevereiro 17th, 2016

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Negócios

A situação dos clientes do ex-Banif que subscreveram obrigações subordinadas, no total 3.500 em todo o país com valores de 263 milhões, está a ser estudada. Uma garantia deixada pelo presidente executivo do Santander Totta.

O presidente da comissão executiva do Santander Totta disse hoje, 17 de Fevereiro, que está a ser estudada a situação dos clientes do ex-Banif que subscreveram obrigações subordinadas, que totalizam 3.500 em todo o país com valores de 263 milhões de euros.

“O banco Santander Totta não tem nenhuma obrigação relativamente a essas obrigações subordinadas. De acordo com a resolução, de acordo com tudo aquilo que ficou estipulado, o banco Santander Totta não é o titular dessas obrigações e por força de não ser o titular dessas obrigações também não é responsável por elas”, começou por dizer António Vieira Monteiro, no final de uma audiência com o presidente do Governo Regional dos Açores, Vasco Cordeiro, em Ponta Delgada, Açores.

António Vieira Monteiro frisou que “o banco é responsável, sim, pelos depósitos, pelas obrigações seniores e pelas obrigações hipotecárias”, mas “não quer dizer, tendo em atenção esta realidade, que para defesa da sua franquia comercial, o banco não esteja a estudar e a ver alguma coisa sobre essa matéria”.

“Significa isto mesmo, o banco não tem nenhuma obrigação relativamente às obrigações subordinadas, mas tendo em atenção à manutenção da sua franquia comercial está, efetivamente, a olhar para o assunto”, insistiu, referindo não poder dizer, neste momento, mais nada sobre o assunto, mas garantindo que na devida altura o Santander Totta anunciará o que for conseguido.

O presidente da Comissão Executiva do Santander Totta realçou que “se não fosse essa franquia comercial, se não fosse a posição que o banco poderia vir a ter em termos daquilo que é o seu negócio nos Açores”, com certeza que não pensaria numa solução porque a ela não está obrigado.

“Nós não comprámos o ex-Banif, comprámos determinados activos e passivos do ex-Banif e nesses activos e passivos vieram determinado tipo de obrigações, quer dos depositantes, quer de determinados obrigacionistas, os seniores e hipotecários”, referiu, garantindo, que nestes casos, o Santander Totta responderá a “100 por cento”.

Ainda no caso dos antigos clientes do ex-Banif lesados com obrigações subordinadas, António Vieira Monteiro explicou que o Santander Totta tudo está “a fazer para criar as condições para poder resolver alguns dos problemas”, advertindo, contudo, que “os problemas que possam vir a ser resolvidos e a maneira como vão ser resolvidos não quer dizer que seja alguma vez de 100%”.

“Isto é claro que, tratando-se de uma entidade que não está obrigada, e dentro das regras das supervisões bancárias que nos assistem e dentro dos princípios das autorizações que temos que ter para este tipo de produtos, teremos que ter em atenção essas realidades todas”, acrescentou, explicando que no caso das obrigações subordinadas estão, sobretudo, em causa clientes particulares, havendo, por exemplo, 22 fábricas de Igreja (paroquial).

A 20 de Dezembro, o Governo e o Banco de Portugal anunciaram a resolução do Banif, com a venda de parte da actividade bancária ao Santander Totta, por 150 milhões de euros, e a transferência de outros activos – incluindo ‘tóxicos’ – para a nova sociedade veículo Oitante.

A resolução foi acompanhada de um apoio público de 2.255 milhões de euros, a que se somam duas garantias bancárias do Estado no total de 746 milhões de euros.

O Banif (em processo de reestruturação desde 2012) era o sétimo maior grupo bancário português e líder de mercado nos Açores e na Madeira.

Lesados do Banif voltam às ruas na próxima segunda-feira

Quinta-feira, Fevereiro 11th, 2016

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Negócios

A antiga sede do banco na Madeira, agora transformada em Santander, será o palco dos principais protestos. Os lesados exigem uma maior atenção do Governo à sua situação.

Os lesados do Banif vão voltar às ruas do Funchal. O protesto está marcado para a próxima segunda-feira, 15 de Fevereiro.

A Manifestação terá início pelas 11:30, em frente à agência Santander da Rua João Tavira, a antiga sede do Banif na Madeira.
“Queremos que os políticos vejam a situação das nossas poupanças” explicaram os lesados do Banif em comunicado. Uma situação que se torna mais grave num momento frágil da economia portuguesa, reforçam.

No mesmo documento, pedem aos Governos da Madeira e Açores para fazerem “diligências urgentes que protejam a sua população e os graves acontecimentos que têm sucedido com os lesados”.

O grupo dá conta que existem cerca de cinco mil pessoas afectadas com esta situação, apenas nos dois arquipélagos.
Na página do Facebook estão marcadas outras duas acções. Na sexta-feira, 12 de Fevereiro, em São Miguel, Açores. E na terça-feira, 16 de Fevereiro, no Ibis José Malhoa, em Lisboa. Esta última tem como ponto da ordem de trabalhos a constituição de uma associação.

NOTÍCIAS RELACIONADAS

Protesto de lesados do Banif marca início da cimeira entre Açores e Madeira

Sábado, Janeiro 30th, 2016

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Público

Os governos açoriano e madeirense começaram este sábado a Cimeira Atlântica, que, quase uma década depois, assinala o reatar de relações institucionais entre os dois arquipélagos. O início dos trabalhos ficou marcado por um protesto de lesados do Banif

As regiões autónomas dos Açores e da Madeira iniciaram este sábado uma reaproximação histórica, com a visita a Ponta Delgada de uma comitiva do executivo madeirense, mas o retomar de relações entre os dois arquipélagos ficou marcado por um protesto de lesados do Banif que aguardavam à porta do Palácio de Sant’Ana.

O assunto não foi esquecido na conferência de imprensa conjunta que Vasco Cordeiro, chefe do executivo açoriano, e o homólogo madeirense Miguel Albuquerque, promoveram no início dos trabalhos, na sede da Presidência do Governo dos Açores.

“O Estado não pode ter dois pesos e duas medidas”, defendeu Albuquerque, contabilizando em cinco mil os clientes do banco nos Açores e na Madeira que eram obrigacionistas subordinados à data da resolução do Banif. “Estão em causa poupanças de uma vida inteira”, sublinhou o governante madeirense, pedindo que não exista tratamento diferenciado entre os depositantes do BES e do Banif.

Vasco Cordeiro partilhou das preocupações, lembrando que Funchal e Ponta Delgada tudo fizeram para que os depósitos, os postos de trabalho e o número de agências fossem salvaguardados neste processo. “É um assunto sensível, e temos que ter cautela para não criar falsas expectativas nas pessoas”, argumentou o presidente açoriano, preferindo realçar o retomar as relações entre as duas regiões autónomas, que não acontecia desde 2007.

“Vai contribuir para um novo patamar nas relações entre as duas regiões”, vincou, garantindo que existe uma vontade comum em dar uma “natureza mais concreta” a este relacionamento, ao contrário do que aconteceu nos anteriores encontros.

A cimeira, que os dois governos regionais pretendem que passe a realizar-se periodicamente, termina nesta segunda-feira com uma declaração conjunta, em que o reforço das autonomias deverá constar em ambos os discursos.

O encontro pretende marcar uma nova fase no relacionamento institucional entre as duas regiões que, nos últimos anos, foi distante e pautada por crispações políticas entre Carlos César e Alberto João Jardim.

Na agenda consta a visita a quatro ilhas do arquipélago – São Miguel, Pico, Faial e Terceira – e a assinatura de protocolos em áreas como as pescas, agricultura, turismo, indústria, comércio e investigação.

Antes, neste domingo, sempre em São Miguel, as duas comitivas visitam unidades industriais e agrícolas, e apresentam protocolos de cooperação, partindo no final da tarde para o Pico, para o segundo dia do encontro.

Esta visita surge na sequência de um convite do presidente do Governo dos Açores ao seu homólogo da Madeira, formulado em Agosto de 2015, e tem por objectivo estabelecer pontes para um discurso conjunto, tanto em Lisboa como em Bruxelas, em assuntos de interesse comum.