Archive for the ‘Banco Santander’ Category

Totta detalha quais as obrigações sénior do Banif que irá pagar

Sábado, Janeiro 16th, 2016

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Dinheiro Digital

O banco Santander Totta anunciou, através de um comunicado distribuído ao mercado, que ficou com a responsabilidade de assegurar o pagamento de obrigações seniores emitidas pelo Banif em três emissões entre 2013 e 2015.

«O Banco Santander Totta informa que, na sequência da medida de resolução aplicada ao Banif — Banco Internacional do Funchal pelo Banco de Portugal em 20 de dezembro de 2015, e da consequente aquisição por parte do Banco Santander Totta de um conjunto de direitos e obrigações, (…) a posição de agente pagador assumida pelo Banif com relação às obrigações seniores (não subordinadas) (…) foi, segundo o disposto na lei e na referida medida de resolução, transferida para o Banco Santander Totta», lê-se no comunicado enviado à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM).

As emissões a que o Santander Totta se refere são três e todas com maturidade de três anos: duas emissões são de 2013 e têm vencimento em 2016 e outra foi emitida em 2015 e vencimento de 2018.

O Santander Totta já tinha dito a 29 de dezembro que – com a aquisição de ativos, passivos e outros elementos do Banif – tinha ficado com estas obrigações seniores (não subordinadas), assim como com obrigações hipotecárias, neste caso também referentes a três emissões.

Com a passagem destes títulos para o Totta, os obrigacionistas são agora credores do banco, pelo que caberá ao banco assumir os pagamentos.

O tema das obrigações seniores tem estado na ordem do dia, depois da decisão do Banco de Portugal de 29 de dezembro, que passou do Novo Banco para o ‘banco mau’ BES a responsabilidade pelas obrigações não subordinadas ou seniores do ex-BES que tinham sido destinadas a investidores institucionais (como fundos de investimento, fundos pensões, seguradoras).

Com esta medida – que reverteu a que tinha sido tomada após a resolução do BES — o Banco de Portugal passou a imputar perdas aos credores seniores, que inicialmente tinham ficado protegidos, uma vez que é provável que o ‘banco mau’ BES não tenha capacidade de assegurar os reembolsos de capital e juros.

Banif: Bruxelas propôs no final de 2014 dividir banco em ‘bom’ e ‘mau’

Sexta-feira, Janeiro 15th, 2016

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Dinheiro Digital

Bruxelas propôs ao anterior Governo, em dezembro de 2014, a divisão do Banif em ‘banco bom’, que deveria ser vendido até ao final de 2017, e em ‘banco mau’, um veículo especial onde seriam colocados os ativos não estratégicos.

Numa carta datada de 12 de dezembro de 2014 endereçada à então ministra das Finanças, Maria Luís Albuquerque, a que a agência Lusa teve hoje acesso, a comissária europeia para a competitividade, Margrethe Vestager, elenca os principais pontos para um «plano robusto de restruturação» para o Banif.

O plano de restruturação, que a comissária pediu a Maria Luís Albuquerque até março de 2015, deveria delinear um ‘banco bom’, com clientela, residência geográfica e oferta de produtos claramente definidos, enquanto os ativos não estratégicos deveriam ser colocados num veículo especial, para ser vendidos ou descontinuados.

«A separação entre o ‘banco bom’ e ‘banco mau’ é necessária para facilitar a venda (e o pagamento ao Estado) e para aumentar o potencial preço de venda do ‘banco bom’», referia Margrethe Vestager.

A comissária europeia para a competitividade pedia um «compromisso firme» para a venda do ‘banco bom’ até 31 de dezembro de 2017, quer fosse a um investidor estratégico («que não estivesse relacionado com os investidores qualificados do Banif entre 2011 e 2013», aquando da recapitalização feita pelo Estado), através de venda em bolsa ou desde que o Estado fosse remunerado (a 10% anualmente) pelo capital que investiu no banco.

O ‘banco bom’ devia focar-se nas pequenas e médias empresas e apenas nas regiões autónomas da Madeira e dos Açores.

Na missiva dirigida a Maria Luís Albuquerque, depois de um encontro em Lisboa a 21 de novembro, a comissária europeia sublinhou ainda que «os planos de restruturação apresentados [desde a injeção de capital público no banco em janeiro de 2013] deixam dúvidas quanto à sua viabilidade».

No entanto, Margrethe Vestager afirmava na altura que «a abertura de uma investigação formal pode ser evitada, se o Governo der garantias de que a Comissão Europeia receberá um plano credível, em última hipótese, até ao final de março de 2015», com base nas linhas gerais que enviava em anexo.

Em julho de 2014, a Comissão Europeia acabaria mesmo por abrir uma investigação aprofundada para apurar se o auxílio que o Estado português concedeu ao Banif era compatível com as regras da União Europeia.

Lembrando a resolução do BES, a comissária considerou «ser difícil de explicar» um maior período de tempo para resolver o problema do Banif, tendo em conta até a menor dimensão do banco do Funchal.

A comissária terminava a carta defendendo o plano de reestruturação elaborado pelos gabinetes europeus, considerando que uma estratégia com os contornos propostos «garantiria a viabilidade no longo prazo (de partes) do banco e permitiria implementar as medidas de reestruturação, bem como devolver totalmente a ajuda estatal ou pelo menos remunerá-la de forma adequada».

A 20 de dezembro, domingo ao final da noite, o Governo e o Banco de Portugal anunciaram a resolução do Banif, com a venda de parte da atividade bancária ao Santander Totta, por 150 milhões de euros, e a transferência de outros ativos — incluindo ‘tóxicos’ — para a nova sociedade veículo Oitante.

A resolução foi acompanhada de um apoio público de 2.255 milhões de euros, sendo que 1.766 milhões de euros saem diretamente do Estado e 489 milhões do Fundo de Resolução bancário, que consolida nas contas públicas.

A este valor somam-se as duas garantias bancárias que o Estado presta ao Santander Totta, no total de 746 milhões de euros, e ainda os 825 milhões de euros da injeção de capital que o Estado fez no final de 2012 (aprovada pela Comissão Europeia em janeiro de 2013) no banco (700 milhões em ações e 125 milhões de dívida híbrida – CoCo bonds – que o Banif ainda não tinha pago) e que foram dados como perdidos no âmbito do resgate.

No total, e tendo em conta os valores até agora conhecidos e retirando o valor pago pelo Santander Totta, o resgate ao Banif pode custar ao Estado – e, logo, aos contribuintes – até 3.700 milhões de euros.

O papel da Comissão Europeia neste processo não tem sido isento de críticas, tendo mesmo o Governo de António Costa já dito que várias das soluções propostas para o banco foram vetadas por Bruxelas, pelo que no fim só havia duas alternativas, ou a opção que acabou por ser adotada ou a liquidação.

 

Costa e Centeno ouvidos no Parlamento sobre Banif antes de comissão de inquérito

Quinta-feira, Janeiro 14th, 2016

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Negócios

Foi aprovada por unanimidade a proposta do PSD de ouvir o ministro das Finanças relativamente à intervenção no Banif. O PS quis acrescentar uma audição ao governador Carlos Costa. Há urgência mas ainda não há datas.

Mário Centeno e Carlos Costa vão ser ouvidos no Parlamento para darem explicações sobre o Banif. A “urgência” do requerimento faz com que estas audições ocorram antes, e de forma autónoma, da comissão parlamentar de inquérito à intervenção estatal no banco do Funchal, que será votada na próxima semana.

A comissão parlamentar de Orçamento, Finanças e Modernização Administrativa aprovou, por unanimidade, a proposta do Partido Social Democrata (PSD) em que era solicitada a “audição urgente” a Mário Centeno “sobre notícias recentes relacionadas com o processo de resolução e venda do Banif”, indica a Lusa.

Entretanto, durante a audição, conta a agência, o Partido Socialista, do primeiro-ministro António Costa, propôs que também o governador do Banco de Portugal, Carlos Costa, fosse ouvido. O regulador do sector financeiro é, em Portugal, a autoridade de resolução, que é quem define a forma como são realizadas as resoluções bancárias (intervenções em bancos que visam minimizar as perdas dos contribuintes envolvendo nos encargos os accionistas e detentores de dívida subordinada).

Com a aprovação da audição na comissão de Orçamento, Finanças e Modernização Administrativa, Mário Centeno vai, pela segunda vez, explicar ao Parlamento a venda do Banif ao Totta numa operação que envolveu a injecção imediata de 2.255 milhões de euros de dinheiro estatal, acrescida de garantias que podem levar as perdas do Estado a mais de 3 mil milhões de euros. Na primeira vez, em Dezembro, onde defendeu a aprovação do Orçamento Rectificativo, para acomodar os gastos com a colocação de dinheiro público no banco, Centeno afirmou que os trabalhadores mantinham os direitos mas não assegurou mais nada para além disso (nomeadamente quanto a futuros despedimentos no Santander ou no veículo Naviget, agora designado de Oitante).

As audições foram aprovadas com carácter de “urgência” mas ainda não há datas para que ambas se realizem. Certo é que serão autónomas da comissão parlamentar de inquérito, cujo texto inicial de proposta será apenas discutido a 22 de Janeiro. O PSD já avançou com a sua proposta, que visa olhar para os últimos anos de vida do Banif incluindo as alternativas à alienação da actividade do Banif ao Santander Totta, sendo que a esquerda deverá apresentar uma iniciativa conjunta. O Partido Comunista Português (PCP) também já fez perguntas ao Governo sobre o tema, para perceber os contornos da alienação, apesar de já marcado o inquérito parlamentar.

Nos últimos dias, têm surgido várias notícias sobre propostas de compra alternativas à do Santander Totta que poupariam mais dinheiro aos contribuintes. O Banco de Portugal já veio a público defender que o Totta era o único banco que estava em condições de comprar a instituição financeira e que, efectivamente, apresentou uma proposta vinculativa.

RBC rebaixa recomendação para ações do Santander

Quarta-feira, Janeiro 6th, 2016

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Isto é Dinheiro

O Royal Bank of Canada (RBC) rebaixou sua recomendação para as ações do banco espanhol Santander, de “perform” para “underperform”, dizendo que o mercado estaria excessivamente otimista com relação às perspectivas de crescimento da companhia. Por volta das 13h desta terça-feira, 5, o papel do Santander recuava 0,75% na Bolsa de Madri.

O Brasil, um dos maiores mercados da instituição, enfrenta uma recessão e o real se desvalorizou muito, aponta em nota o analista Robert Noble, do RBC. No Reino Unido, outro importante mercado para o Santander, uma sobretaxa financeira e o custo maior do risco também devem pesar sobre os resultados da companhia, afirmou ele. Na Argentina, o peso perdeu 30% de valor em dezembro, lembra também o analista.

As notícias vindas desses países representam um risco para as metas ambiciosas da diretora-executiva do banco, Ana Botín, na avaliação de Noble. Fonte: Dow Jones Newswires.

Bloco defende “redondo não” a entrega do sistema bancário ao exterior

Quarta-feira, Janeiro 6th, 2016

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Notíciais ao Minuto

O Bloco de Esquerda (BE) trouxe hoje ao parlamento o sistema bancário português, nomeadamente os casos do BES/Novo Banco e do Banif, e defendeu um “redondo e rotundo não” à entrega “por inteiro” do sistema financeiro “a interesses externos”.

“O dispositivo europeu que impôs a venda do Banif é o mesmo que amanhã virá a exigir a privatização da Caixa Geral de Depósitos. E tudo será feito em nome do suposto interesse dos contribuintes portugueses”, alertou a deputada bloquista Mariana Mortágua numa declaração política no parlamento.

Sinalizando que “é difícil, nesta fase, fazer um cálculo exato de tudo o que custou a inércia deliberada do anterior governo” ou a “precipitação dos eventos dos últimos dias” no sistema bancário, a deputada chama contudo a atenção: “Se assumirmos as últimas contas publicadas pelo Banif como realistas concluiremos que o montante injetado é maior que o buraco detetado no banco”.

E acrescentou: “Quem comprou o Banif levou um banco que não só está limpo como ainda tem dinheiro de sobra para recapitalizar o seu novo dono”.

Já o Novo Banco, reconhece Mariana Mortágua, é “maior e mais importante que o Banif”, e “quem o detiver determinará boa parte da política de crédito ao setor empresarial do país, sem falar na enorme rede de agências e nos seus trabalhadores”.

O empréstimo de 3,9 mil milhões de euros do Fundo de Resolução “não tem data de retorno”, lembrou a parlamentar, e “desengane-se” quem acha que a resolução do BES “foi feita sem recurso a capitais públicos”.

“O Banco de Portugal não aprendeu com os erros de ontem. A pressa em despachar o Novo Banco é, em si, um fator evidente de desvalorização que só beneficiará o comprador”, declarou a deputada do Bloco.

No Novo Banco e no Banif Bruxelas – acreditra Mortágua – quer “concentrar” a propriedade da banca portuguesa nas mãos dos grandes grupos financeiros europeus”.

“O que está em cima da mesa é o fortalecimento do mercado financeiro único europeu, dominado por grandes grupos económicos, à custa da absorção dos bancos nacionais saneados com dinheiros públicos. É exatamente por esta razão que o Banif nunca deveria ter sido entregue ao Santander e que o Novo Banco não pode ser privatizado”, vincou a deputada.

O parlamentar do PS Carlos Pereira, numa declaração seguinte à da bloquista, criticou PSD e CDS-PP sobre o Banif, dizendo que ambos os partidos “esconderam o que se estava a passar” na entidade “por motivos eleitorais”.

Duarte Pacheco, deputado do PSD, definiu as palavras de Mariana Mortágua como “a crítica mais contundente ao PS e ao Governo do PS” vinda da bancada do Bloco, partido que apoia o executivo a nível parlamentar.

“Dia após dia o BE quer estar com o governo nas coisas simpáticas mas quer desresponsabilizar-se pela totalidade de gestão”, criticou o social-democrata.

Já Miguel Tiago, deputado do PCP, lembrou o que defende ser a necessidade de haver um “controlo público da banca”.

Banif: o povo tem mesmo o direito de perceber?

Domingo, Janeiro 3rd, 2016

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Observador Opinião Rui Ramos

O processo pelo qual a nossa banca se vai tornar espanhola não começou agora. Começou em 1975, quando o MFA decidiu destruir os grupos financeiros nacionais.

A propósito da resolução e venda do Banif, aprovadas pela Assembleia da República, a nossa oligarquia política decidiu que o povo tem o direito de “perceber”. Perceber, entre outras coisas, porque é que o governo fez pagar aos contribuintes mais uma falência bancária. Ou, em números, porque é pagámos todos pelo Banif 2.225 milhões de euros (pelo menos), e o Santander só 150 milhões?

Perceber, aqui, cheira a auto-de-fé: trata-se de arranjar um culpado e queimá-lo, pelo menos simbolicamente. De um lado, dava jeito poder dizer que a culpa foi toda do governo de Passos, que teria adiado e escondido o problema, para chegar às eleições com uma normalidade fingida. Do outro lado, dava jeito dizer que a culpa foi toda do governo de Costa, que teria deixado fugir informação e depois se precipitou, vendendo o Banif ao desbarato e poupando os seus acionistas. O Banif resultou de três anos de manha, ou de três semanas de incompetência? É a esta escolha, determinada pelas simpatias partidárias, que a oligarquia chama “perceber”.

Mas também se arranjam culpados que deixam toda a gente muito satisfeita. Por exemplo, os banqueiros, que para uns são os únicos responsáveis da crise, e que, para outros, servem pelo menos para adquirir credenciais de justiceiro. Ou, ainda melhor, o governador do Banco de Portugal e a Comissão Europeia. Esta última solução tem esta vantagem: até os banqueiros se juntam ao coro de acusação.

Este é o caminho pelo qual a nossa oligarquia gostaria de pastorear o entendimento do povo. É um caminho que não leva longe. Porque o ponto de partida do Banif não está no governo de Costa, nem no governo de Passos, nem no governador Carlos Costa, nem na Comissão Europeia, nem no BCE. O ponto de partida está na falência do país, de que a falência da banca é apenas um aspeto (como aqui lembrou José Manuel Fernandes). E o modo como se lidou com os casos bancários deve ser percebido da mesma maneira.

O caso do Banif justificou duas grandes críticas. A primeira diz respeito à demora em acorrer ao problema. Já ouvimos a mesma coisa nos casos do BPN e do BES. Há que lembrar a situação do país. A partir da década de 1990, o papel da banca foi o de sustentar o consumo e o investimento em Portugal através do endividamento externo. Depois da crise da dívida, continuou a servir para o BCE financiar o Estado indiretamente. Sem os bancos, as ilusões em Portugal ter-se-iam desmoronado, não há quatro, mas há quinze anos. Eis porque todos os governos e todas as autoridades tentaram não ver os problemas e, quando houve que ser finalmente drástico, poupar acionistas e investidores à custa dos contribuintes (menos, até ver, no caso do BES). Ninguém queria assustar o dinheiro internacional de que o Estado e a sociedade viviam desesperadamente.

O segundo ponto de controvérsia respeita à venda do Banif a um banco espanhol. Mas o processo pelo qual a nossa banca se vai tornar espanhola não começou agora. Começou em 1975, quando o MFA decidiu destruir os grupos financeiros nacionais. Duas décadas depois, outros governos tentaram recompor esses grupos. Acontece que os antigos expropriados já não dispunham de recursos próprios à altura, nem havia um mercado de capitais desenvolvido ou grandes investidores institucionais (até por causa do nosso tipo de Estado social). Os grupos financeiros ressuscitados pela democracia ficaram assim dependentes de dívida e do Estado. As exigências da regulação internacional, depois da crise de 2008, deixaram as suas fragilidades à mostra. A partir daí, era fatal: ou voltavam ao Estado, ou caíam em “mãos estrangeiras”. Mas quem quer perceber isto?

Banif celebra o seu 50º aniversário

Quinta-feira, Junho 14th, 2012

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Santander

  • Em 14 de Junho de 1962, quatro licenciados em Harvard começaram uma aventura profissional que, com o tempo, deu lugar ao maior banco privado de Espanha, referência no sector

14 junho 2012. O Banif de Inversiones y Finanzas, embrião do actual Banco Banif, inscreveu-se no Registo Comercial de Madrid no dia 14 de Junho de 1962. O objectivo dos seus fundadores era introduzir em Espanha um modelo de atendimento baseado na assessoria e na gestão integral de patrimónios. O Banif foi pioneiro no mercado de banca privada em Espanha, ao introduzir novos produtos e serviços que seriam fundamentais na definição de um modelo para o segmento private banking.

Assessoria bolsista para instituições, assessoria empresarial, assessoria imobiliária, análise de mercados, lançamento de fundos de investimento, sociedades de investimento imobiliário, serviços de gestão de carteiras, arquitectura aberta…. Tudo isto são fórmulas para cumprir os objectivos dos clientes que, com o tempo, se abriram a um modelo que proporciona soluções globais e à medida para qualquer necessidade de finanças do cliente.

O inicial Banif Inversiones y Finanzas converteu-se numa divisão do Banco Hispano Americano em 1974, em Banco Banif de Gestión Privada em 1987, em Banco Banif Banqueros Personales em 1994, em BSN BANIF em 2000, e no actual Banif Banca Privada (marca do Banco Banif), em 2002. Em Setembro de 2007, o seu modelo de aproximação ao cliente começou a ser exportado para outras unidades de banca privada do Grupo Santander.

O Banif celebra o seu 50º aniversário, com o lançamento do Banif asesora, um novo modelo de relação com os clientes de banca privada, com recomendações completamente adaptadas a cada cliente e um relatório mensal de acompanhamento exaustivo.