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Se pretende migrar para qualquer país deve, antes de tudo, fazer um plano de migração que seja credível.

Esta exigência é comum aos emigrantes e aos migrantes.

Emigrantes são os nacionais de um país terceiro que não têm odireito de se fixar no país de destino.

Migrantes são os nacionais de determinado espaço ou de país cujos cidadãos podem circular e fixar-se  no país de destino.

Na União Europeia está garantida, em tese, a liberdade de  circulação dos cidadãos de todos os Estados membros no território de toda a União.

Uma coisa são os princípios; outra coisa é a realidade.

Para que um cidadão de um Estado da União se instale noutro, é indispensável que ele tenha condições de sustentabilidade efetiva, de acordo com as regras da União e desse Estado.

Essa regra é comum aos emigrantes de países terceiros.

Em bom rigor, os Estados da União não dão uma grande importância à nacionalidade dos cidadãos que pretendam fixar-se nos seus territórios, pouco relvando se são nacionais da União ou meros portadores de um visto.

A questão de fundo é outra:  têm eles condições para viver, com dignidade, no seu território?

Nenhum país quer gente a viver debaixo das pontes, alimentar-se de forma deficiente ou a criar ilusões de riqueza, com  dinheiro emprestado.

É por isso que, para ter sucesso,qualquer plano de migração/emigração para a Europa deve ser preparado de forma meticulosa e credível.